Confira a entrevista de Rodrigo Romeiro, proprietário da Jackie-O Modas. Na conversa, ele fala sobre a trajetória da marca no Bom Retiro, os desafios de ser confeccionista hoje e a importância de manter identidade e essência no varejo de moda.
1) Como começou a história da sua loja no Bom Retiro?
A história da Jackie-O começou na década de 80, quando meus pais, Ana Maria e Paulo, apostaram no mercado de confecção de moda feminina em malha. No início dos anos 2000, tivemos uma importante expansão da marca com a nossa chegada ao Bom Retiro.
Naquele momento, investimos em uma nova loja e em um ponto de apoio para a produção. Em 2021, migramos para uma loja maior, ainda no Bom Retiro.
2) Quais os maiores desafios de ser confeccionista/lojista hoje?
Os principais desafios do nosso segmento hoje estão na dificuldade de encontrar mão de obra especializada, bem como a informalidade e a complexidade do sistema tributário brasileiro.
3) O que tem funcionado melhor para atrair clientes para sua loja hoje?
Estar presente e investir no digital é o que tem feito a diferença na atração de novos clientes.
4) Qual conselho você deixaria para quem está começando agora?
Ter uma identidade própria, manter a essência da marca e colocar sempre o cliente no centro das decisões.
5) Quem ou o que inspira você a continuar no dia a dia?
Nossa inspiração vem da vocação de buscar a superação a cada dia e a cada coleção, fazendo a diferença em cada detalhe, sem abrir mão da essência da marca Jackie-O.
6) Como você acredita que a ABIV pode apoiar ainda mais os lojistas do bairro?
A ABIV realiza um trabalho relevante na divulgação do bairro do Bom Retiro e de seus associados. Acreditamos que esse trabalho pode ser cada vez mais fortalecido, com ações sazonais e maior presença nas mídias digitais, para que os produtos do Bom Retiro sejam cada vez mais reconhecidos pela alta qualidade e pelo excelente design.







